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▷ República Argentina Noticias: [Português-Español] D’ALESSANDRO PARTICIPÓ DE UN FORO EN EL QUE SE DEBATIERON LOS MODELOS DE INGRESO MÍNIMO UNIVERSAL APLICADOS EN DISTINTOS PAÍSES ⭐⭐⭐⭐⭐

jueves, 9 de julio de 2020

[Português-Español] D’ALESSANDRO PARTICIPÓ DE UN FORO EN EL QUE SE DEBATIERON LOS MODELOS DE INGRESO MÍNIMO UNIVERSAL APLICADOS EN DISTINTOS PAÍSES

D'Alessandro participou de um fórum em que se discutiu os modelos de rendimento mínimo universais aplicadas em diferentes países
D'Alessandro participou de um fórum em que se discutiu os modelos de rendimento mínimo universais aplicadas em diferentes países

Quinta-feira 09 de julho de 2020
Diretor de Economia e Igualdade de Género, Mercedes D'Alessandro, participou hoje em um fórum internacional virtual onde os modelos instrumentados foram discutidos por vários países da América Latina para estabelecer uma renda mínima de emergência no contexto da crise de saúde e pandemia econômica causada pela COVID-19.
Do webinar, intitulado "Para uma renda Vital: Perspectivas Internacionais", organizado pelo grupo parlamentar Movimento Cidadãos e nosotrxs movimento do México, participaram legisladores, legisladores e funcionários da Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, Espanha, Peru e Uruguai.
Durante sua apresentação, D'Alessandro referiu-se ao caso da Argentina e salientou que a pandemia acabou sendo executado "o véu das desigualdades que são estrutural" no país, e mencionou a "lacuna de gênero, o acesso à tecnologia, o infra-estrutura de habitação e água potável "exposta nesta crise, bem como" a enorme desigualdade no mercado de trabalho "em toda a região.
"Hoje as mulheres são a maioria nas fileiras do desemprego e precariedade, e também estão sobre-representados nas decis de renda mais baixas", disse o funcionário. Ele também disse que "um em cada cinco mulheres na Argentina trabalha como empregada doméstica, que são também aqueles que recebem salários mais baixos e têm níveis mais elevados de informalidade do trabalho".
A este respeito, D'Alessandro disse que Emergência renda familiar (IFE), a política implementada pelo Governo para ajudar o setor mais vulnerável da população através do pagamento de um bônus de 10.000 pesos, pensava-se, incidindo sobre esse segmento informal que o estado ainda não tinha chegado, apesar de "o grande sistema de proteção social existente na Argentina".
"Hoje quase 9 milhões de pessoas recebem o IFE" e "55,7% deles são mulheres", disse D'Alessandro, no momento em que destacou a decisão do governo nacional, anunciou ontem, para implementar uma nova rodada de esse benefício em todo o país.
A Diretora observou também que, graças ao IFE, "foi contido em 10 pontos de miséria". "Quase cinco milhões de pessoas que iria se juntar às fileiras de indigência se não implementamos esta política", disse ele.
Também ele observou que, como um efeito colateral da aplicação do IFE, o Estado foi obrigado a "implantar uma estratégia de grande inclusão financeira," alcançar "serviços bancários de quase 4 milhões de pessoas" para que eles pudessem acessar o benefício.
Finalmente, D'Alessandro convocou os alto-falantes para resposta pensamento para acabar com a desigualdade e iniciar um novo caminho na redistribuição de renda na América Latina. "A desigualdade está lutando com a redistribuição, o que significa que aqueles que têm mais devem estar em solidariedade com aqueles que têm menos", disse ele.
Do fórum virtual também foi assistido pelo senador Norma Argentina Durango e deputada Monica Machado, ambos da frente de todos.

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D'Alessandro participó de un foro en el que se debatieron los modelos de ingreso mínimo universal aplicados en distintos países
D'Alessandro participó de un foro en el que se debatieron los modelos de ingreso mínimo universal aplicados en distintos países

jueves 09 de julio de 2020
La directora de Economía, Igualdad y Género, Mercedes D'Alessandro, participó hoy de un foro virtual internacional en el que se debatieron los modelos instrumentados por distintos países de América latina para establecer un ingreso mínimo de emergencia en el contexto de la crisis sanitaria y económica provocada por la pandemia del COVID-19.
Del webinar, titulado "Por un Ingreso Vital: Perspectivas Internacionales" y organizado por el grupo parlamentario de Movimiento Ciudadano y el movimiento Nosotrxs de México, participaron legisladoras, legisladores y funcionarias de Argentina, Brasil, Colombia, Costa Rica, Chile, España, Perú y Uruguay.
Durante su exposición, D'Alessandro se refirió al caso de Argentina y destacó que la pandemia terminó por correr "el velo de desigualdades que son estructurales" en el país, y mencionó las "brechas de género, de acceso a la tecnología, a la infraestructura habitacional y al agua potable" expuestas en esta crisis, así como "la desigualdad gigantesca en los mercados laborales" de toda la región.
"Hoy las mujeres son mayoría en las filas del desempleo y la precarización laboral, y además están sobrerepresentadas en los deciles de menores ingresos", sostuvo la funcionaria. Asimismo, precisó que "una de cada cinco mujeres en la Argentina trabaja como empleada doméstica, que son, además, quienes reciben menores salarios y tienen los mayores niveles de informalidad laboral".
En ese sentido, D'Alessandro destacó que el Ingreso Familiar de Emergencia (IFE), la política que implementó el Gobierno para asistir al sector más vulnerable de la población mediante el pago de un bono de 10000 pesos, se pensó haciendo foco en ese segmento informal al que el Estado todavía no había logrado llegar, pese "al gran sistema de protección social existente en la Argentina".
"Hoy casi 9 millones de personas reciben el IFE" y "el 55,7 % de ellas son mujeres", enfatizó D'Alessandro, al tiempo que puso de relieve la decisión del Gobierno nacional, anunciada ayer, de instrumentar una nueva ronda de ese beneficio en todo el país.
La Directora también resaltó que gracias al IFE, "se logró contener en 10 puntos la indigencia". "Casi cinco millones de personas se iban a sumar a las filas de la indigencia si no implementábamos esta política", subrayó.
Destacó también que, como efecto colateral de la aplicación del IFE, el Estado se vio obligado a "desplegar una estrategia de inclusión financiera muy grande", logrando "bancarizar a casi 4 millones de personas" para que pudieran acceder al beneficio.
Por último, D'Alessandro convocó a los disertantes a pensar respuestas para terminar con la desigualdad e iniciar un nuevo camino en la redistribución del ingreso en América latina. "La desigualdad se combate con la redistribución, que significa que quienes más tienen deben ser solidarios con los que menos tienen", concluyó.
Del foro virtual participaron también por Argentina la senadora Norma Durango y la diputada Mónica Macha, ambas del Frente de Todos.

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