| Telam avança num protocolo contra a violência do género Além disso, em seu trabalho com a agenda relacionada com as questões de género, a Agência de Notícias Nacional já tem o primeiro editor de Gênero e Diversidade Segunda-feira 09 março de 2020 Diretório Telam convocou representantes de cada agência de imprensa união para começar a trabalhar em conjunto no desenvolvimento de uma ferramenta de ação para o tratamento da violência de gênero e emprego nos meios de comunicação públicos. Ela está programada uma série de reuniões para terminar de definir um protocolo que vai marcar os próximos passos para a empresa com queixas de violência doméstica e de trabalho, bem como ações para evitá-lo. Além disso, funcionários da agência serão treinados em violência de gênero por profissionais do Ministério da Mulher, Género e das Diferenças, sob a lei Micaela. Parte do quadro Telam Presidente, Bernarda Llorente; VP, Antonia Portaneri; o diretor do Eugenia Mazo; gerente geral, Natalia Nierenberger, e Departamento de Formação, Virginia Jauregui. Torres também participou Monica e Karina Lucchetti por Sitrapren; Carla Gaudensi e Maria Laura da Silva por Sipreba, e Luciana Rodriguez por APBA. Primeiro editor do Gênero e das Diferenças Ele já está agindo o primeiro editor de Gênero e diversidades da agência de notícias Telam: é o jornalista Silvina Molina, que trabalha na empresa há nove anos. Molina tem escrito livros sobre tratamento jornalístico adequado de violência de gênero e violência sexual contra crianças e adolescentes, e na incorporação da perspectiva de gênero na cobertura da mídia. Além disso, ele fez consultoria em comunicação entre os sexos e as agências da ONU, a Anistia Internacional e instituições de outros países. Também dá palestras e workshops sobre o assunto em diferentes partes da Argentina e da América Latina e Europa. "A tarefa será transversalmente acompanhar a cobertura de todas as seções da agência pública de notícias Argentina ao género e as diferentes realidades de incorporar a sociedade: LGBTIQ, pessoas com deficiência, povos indígenas, migrantes, adultos e adultos mais velhos, pessoas de ascendência Africano, e muito mais ", disse Silvana Molina. | Télam avanza en un protocolo contra la violencia de género Además, en su trabajo con la agenda vinculada a cuestiones de género, la Agencia Nacional de Noticias ya cuenta con la primera editora de Género y Diversidades lunes 09 de marzo de 2020 El Directorio de Télam convocó a representantes de cada uno de los sindicatos de prensa de la agencia para comenzar a trabajar en forma conjunta en la elaboración de una herramienta de acción para el tratamiento de la violencia de género y laboral en el medio de comunicación público. Está pautada una serie de encuentros para terminar de definir un protocolo que marcará a los pasos a seguir por la empresa ante denuncias de violencia de género y laboral, como también acciones para prevenirla. Además, las autoridades de la agencia serán capacitadas en violencia de género por profesionales del Ministerio de la Mujeres, Géneros y Diversidades, en el marco de la ley Micaela. Forman parte de la mesa la presidenta de Télam, Bernarda Llorente; la vicepresidenta, Antonia Portaneri; la directora Eugenia del Mazo; la gerenta general, Natalia Nierenberger, y por el departamento de Capacitación, Virginia Jáuregui. También asistieron Mónica Torres y Karina Lucchetti por el Sitrapren; Carla Gaudensi y María Laura Da Silva por Sipreba, y Luciana Rodriguez por APBA. Primera editora de Género y Diversidades Ya está en funciones la primera editora de Género y Diversidades de la Agencia Nacional de Noticias Télam: se trata de la periodista Silvina Molina, que trabaja en la empresa desde hace nueve años. Molina ha escrito libros sobre el adecuado tratamiento periodístico de la violencia de género y la violencia sexual hacia niñas, niños y adolescentes, y sobre la incorporación de la mirada de género en las coberturas mediáticas. Además, realizó consultorías en comunicación y género para organismos de Naciones Unidas, Amnistía Internacional e instituciones de otros países. También dicta conferencias y brinda talleres sobre la temática en distintos lugares de Argentina y países de América Latina y Europa. "La tarea será acompañar transversalmente las coberturas de todas las secciones de la agencia pública de noticias de Argentina para que se incorpore la perspectiva de género y las realidades diversas de la sociedad: LGBTIQ, personas con discapacidad, pueblos originarios, migrantes, adultas y adultos mayores, personas afrodescendientes, y más", explicó Silvana Molina. |
lunes, 9 de marzo de 2020
[Português-Español] TÉLAM AVANZA EN UN PROTOCOLO CONTRA LA VIOLENCIA DE GÉNERO
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